Vista de Estudo a Florença e Pisa.

Florença e Pisa: uma viagem que se transformou em aprendizagem

Entre os dias 29 de março e 2 de abril de 2026, os alunos das turmas 11.º A e 11.º B do Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias realizaram uma visita de estudo a Florença e Pisa, numa experiência que ultrapassou largamente os limites da sala de aula.

Esta viagem não nasceu de um momento isolado. Pelo contrário, começou a ser sonhada ainda no ano letivo de 2024/2025, quando os alunos frequentavam o 10.º ano. Ao longo de meses, foi ganhando forma, com o empenho dos alunos e o apoio das professoras Anabela Freitas e Helena Caracol (Português), Maria de Fátima Morgado (Matemática A) e Cristina Ferreira (Filosofia), responsável pela dinamização do projeto.

Mas concretizar este sonho exigiu muito mais do que vontade. Perante os custos elevados, os alunos revelaram um espírito de iniciativa exemplar, organizando diversas atividades para angariação de fundos — desde a venda de bolos e rifas até à realização de uma festa de Natal, possível graças à generosa colaboração da Associação Cultural Espaço do Tempo. Também a APORMOR se associou ao projeto, assegurando o transporte entre Montemor-o-Novo e o aeroporto de Lisboa.

Participaram nesta aventura 39 alunos — todos os 22 alunos do 11.º A e 17 alunos do 11.º B — que, juntos, demonstraram que o trabalho, a persistência e o espírito de grupo tornam possíveis projetos ambiciosos.

Já em Itália, Florença revelou-se muito mais do que um destino turístico: foi uma verdadeira sala de aula ao ar livre. No Museu da Ciência, os alunos puderam contactar com instrumentos históricos e compreender melhor o contributo de Galileu Galilei para o desenvolvimento do pensamento científico. Nas Galerias Uffizi, o contacto com obras-primas do Renascimento permitiu refletir sobre o Humanismo e a centralidade do Homem — temas trabalhados nas disciplinas de Português e Filosofia.

A visita à icónica Torre de Pisa foi igualmente um momento marcante, não só pelo seu valor simbólico, mas também pelas oportunidades de exploração de conceitos matemáticos e físicos.

Ao longo da viagem, os alunos tiveram ainda a oportunidade de descobrir Florença enquanto berço do Renascimento — um período decisivo na história da Europa e do mundo — percebendo, no terreno, como arte, ciência e pensamento se entrelaçam na construção da civilização.

Para além das aprendizagens académicas, esta experiência foi também profundamente enriquecedora a nível pessoal e social. Longe do contexto habitual, os alunos desenvolveram a autonomia, reforçaram laços de amizade e aprofundaram a relação com os professores, num ambiente de maior proximidade e partilha.

Como em qualquer viagem, houve momentos mais desafiantes, mas foi precisamente na forma como os enfrentaram que os alunos demonstraram maturidade, responsabilidade e espírito de entreajuda.

No final, ficou a certeza de que esta foi muito mais do que uma visita de estudo: foi uma experiência de crescimento, descoberta e construção de memórias que acompanharão estes alunos para além do seu percurso escolar.

Um agradecimento especial a todos os que tornaram este projeto possível — desde as estruturas da escola (Conselho Pedagógico e Direção do Agrupamento) até às entidades parceiras Associação Cultural Espaço do Tempo e APORMOR) — e, de forma muito particular, aos Pais, Mães e Encarregados de Educação, que abraçaram este projeto e decidiram investir na formação dos seus educandos, apesar do esforço financeiro que o mesmo implicou.

É ainda de salientar o contributo da Dr.ª Rita Henriques, pelo papel fundamental na elaboração da generalidade das declarações de autorização de saída do país, realizadas de forma inteiramente graciosa (pro bono), cuja colaboração foi determinante para a concretização da visita.

E, naturalmente, aos alunos, pelo seu empenho, dedicação e entusiasmo.

Porque aprender também é sair da sala de aula — e, por vezes, atravessar fronteiras.

Entre o sonho e a descoberta: uma viagem que ficará para sempre

Há viagens que começam muito antes de se fazerem ao caminho.

Esta começou no 10.º ano, no meio de conversas, ideias e vontades partilhadas. Um destino foi ganhando forma — Florença e Pisa — mas, mais do que lugares no mapa, eram promessas de descoberta, de crescimento e de algo maior do que o quotidiano da sala de aula.

Ao longo de meses, os alunos das turmas 11.º A e 11.º B foram construindo esse sonho. Entre vendas de bolos, rifas e a organização de uma festa de Natal, aprenderam que os projetos exigem trabalho, persistência e espírito de equipa. E, pouco a pouco, aquilo que parecia distante tornou-se possível.

Depois, chegou o momento.

Entre os dias 29 de março e 2 de abril de 2026, 39 alunos partiram, acompanhados pelas suas professoras, rumo a uma experiência que dificilmente caberá apenas nas palavras.

Em Florença, cada rua parecia contar uma história. Nas Galerias Uffizi, o olhar cruzou-se com séculos de arte e pensamento. No Museu da Ciência, o legado de Galileu aproximou-se, quase como se o tempo tivesse abrandado para permitir compreender melhor o mundo. E, em Pisa, a torre inclinada tornou-se mais do que um símbolo — foi um convite à curiosidade e à reflexão.

Mas houve algo ainda mais importante do que os lugares visitados.

Houve o riso partilhado, os desafios superados, os imprevistos que se transformaram em histórias. Houve a descoberta do outro — colega, amigo, professor — num contexto diferente, mais próximo, mais humano. Houve crescimento, autonomia e um sentido de responsabilidade que só estas experiências conseguem revelar.

Nada disto teria sido possível sem o apoio de muitos: a escola, as entidades parceiras e, de forma muito especial, os Pais, Mães e Encarregados de Educação, que confiaram e investiram nesta oportunidade. Importa ainda destacar o contributo da Dr.ª Rita Henriques, pelo papel

fundamental na elaboração da generalidade das declarações de autorização de saída do país, realizadas de forma graciosa (pro bono), essencial para a concretização da visita.

No regresso, trouxeram mais do que fotografias.

Trouxeram memórias, aprendizagens e uma certeza: há experiências que não se esquecem, porque nos transformam.

E esta foi, sem dúvida, uma delas.

Florença e Pisa: aprender fora da sala de aula

Entre 29 de março e 2 de abril, 39 alunos do 11.º A e 11.º B viveram uma experiência inesquecível em Florença e Pisa 🇮🇹

Mais do que uma visita de estudo, foi uma oportunidade de:

consolidar aprendizagens

contactar com o berço do Renascimento

fortalecer laços e desenvolver autonomia

Um projeto construído com muito empenho — desde a angariação de fundos até à concretização da viagem — e que só foi possível com o apoio da escola, entidades parceiras e das famílias.

Um projeto construído com muito empenho — desde a angariação de fundos até à concretização da viagem — e que só foi possível com o apoio da escola, entidades parceiras (Associação Cultural Espaço do Tempo e APORMOR), da Dr.ª Rita Henriques (pela colaboração pro bono na documentação legal) e das famílias.

Uma experiência que ficará, certamente, para a vida.